História
do Budismo
Aos 29 anos, resolveu sair de casa, e chocado com a
doença,
com a velhice e a com morte, partiu em busca de uma resposta
para o sofrimento humano. Juntou-se a um grupo de ascetas
e passou seis anos jejuando e meditando. Durante muitos dias,
sua única refeição era um grão
de arroz por dia. Após esse período, cansado
dos ensinos do Hinduísmo e sem encontrar as respostas
que procurava, separou-se do grupo. Depois de sete dias sentado
debaixo de uma figueira, diz ele ter conseguido a iluminação,
a revelação das Quatro Verdades. Ao relatar
sua experiência, seus cinco amigos o denominaram de Buda (iluminado,
em sânscrito) e assim passou a pregar sua doutrina
pela Índia. Todos aqueles que estavam desilusionados
pela crença hindu, principalmente os da casta baixa,
deram ouvido a esta nova faceta de Satanás. Como todos
os outros fundadores religiosos, Buda foi deificado pelos
seus discípulos, após sua morte com 80 anos.
Prática de Fé do Budismo
O Budismo consiste no ensinamento de como superar o sofrimento
e atingir o nirvana (estado total de paz e plenitude)
por meio da disciplina mental e de uma forma correta de vida.
Também creêm na lei do carma, segundo a qual,
as ações de uma pessoa determinam sua condição
na vida futura. A doutrina é baseada nas Quatro Grandes
Verdades de Buda:
A
existência implica a dor -- O nascimento,
a idade, a morte e os desejos são sofrimentos.
A
origem da dor é o desejo e o afeto -- As
pessoas buscam prazeres que não duram muito tempo e buscam alegria que
leva a mais sofrimento.
O
fim da dor -- só é possível com
o fim do desejo.
A
Quarta Verdade -- se prega que a superação
da dor só pode ser alcançada através de oito passos:
Compreensão correta: a pessoa deve aceitar as Quatro
Verdades e os oito passos de Buda.
Pensamento correto: A pessoa deve renunciar todo prazer através
dos sentidos e o pensamento mal.
Linguagem correta: A pessoa não deve mentir, enganar
ou abusar de ninguém.
Comportamento correto: A pessoa não deve destruir nenhuma
criatura, ou cometer atos ilegais.
Modo de vida correto: O modo de vida não deve trazer
prejuízo a nada ou a ninguém.
Esforço correto: A pessoa deve evitar qualquer mal
hábito e desfazer de qualquer um que o possua.
Desígnio correto: A pessoa deve observar, estar alerta,
livre de desejo e da dor.
Meditação correta: Ao abandonar todos os prazeres
sensuais, as más qualidades, alegrias e dores, a pessoa deve entrar
nos quatro gráus da meditação, que são produzidos
pela concentração.
Missões do Budismo
Um dos grandes generais hindus, Asoka, depois do ano 273
a.C., ficou tão impressionado com os ensinos de Buda,
que enviou missionários para todo o subcontinente
indiano, espalhando essa religião também na
China, Afeganistão, Tibete, Nepal, Coréia,
Japão e até a Síria. Essa facção
do Budismo tornou-se popular e conhecida como Mahayana. A
tradicional, ensinado na India, é chamado de Teravada.
O Budismo Teravada possui três grupos de escrituras
consideradas sagradas, conhecidas como “Os Três
Cestos” ou Tripitaka:
- O primeiro, Vinaya Pitaka (Cesto
da Disciplina), contêm regras para a alta classe.
- O segundo, Sutta Pitaka (Cesto
do Ensino), contêm os ensinos de Buda.
- O terceiro, Abidhamma Pitaka (Cesto
da Metafísica), contêm a Teologia Budista.
O Budismo cpmeçou a ter menos predominância
na Índia desde a invasão muçulmana
no século XIII. Hoje, existem mais de 300 milhões
de adeptos em todo o mundo, principalmente no Sri Lanka,
Mianmá, Laos, Tailândia, Camboja, Tibete,
Nepal, Japão e China. Ramifica-se em várias
escolas, sendo as mais antigas o Budismo Tibetano e o Zen-Budismo.
O maior templo budista se encontra na cidade de Rangoon,
em Burma, o qual possui 3,500 imagens de Buda.
Teologia do Budismo
A divindade: não existe nenhum
Deus absoluto ou pessoal. A existência do mal e
do sofrimento é uma refutação da
crença em Deus. Os que querem ser iluminados,
necessitam seguir seus próprios caminhos espirituais
e transcendentais.
Antropologia: o homem não tem
nenhum valor e sua existência é temporária.
Salvação: as forças
do universo procurarão meios para que todos os
homens sejam iluminados (salvos).
A alma do homem: a reencarnação é um
ciclo doloroso, porque a vida se caracteriza em transições.
Todas as criaturas são ficções.
O caminho: o impedimento para a iluminação é a
ignorância. Deve-se combater a ignorância
lendo e estudando.
Posição ética: existem
cinco preceitos a serem seguidos no Budismo:
- proibição
de matar
- proibição
de roubar
- proibição de ter relações
sexuais ilícitas
- proibição
do falso testemunho
- proibição do uso de drogas
e álcool
No Budismo a pessoa
pode meditar em sua respiração, nas suas atitudes ou em um objeto
qualquer. Em todos os casos, o propósito é se
livrar dos desejos e da consciência do seu interior.
Verdades Bíblicas
Deus: Cremos em um só Deus, eternamente
subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o
Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc
12.29.
Jesus: Cremos no nascimento virginal
de Jesus, em sua morte vicária e expiatória,
em sua ressurreição corporal de entre os
mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus,
Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.
Espírito Santo: Cremos no Espírito
Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador
e o que convence o homem do pecado, justiça e
do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito
Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência
de falar em outras línguas, e na atualidade dos
nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11;
I Co 12.1-12.
Homem:Cremos na na criação
do ser humano, iguais em méritos e opostos em
sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica
e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao
seu criador através dos seus atributos fisiológicos,
naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa;
e que o pecado o destituiu da posição primática
diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto
espiritualmente e condenado a perdição
eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.
Bíblia:Cremos na inspiração
verbal e divina da Bíblia Sagrada, única
regra infalível de fé para a vida e o caráter
do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.
Pecado:Cremos na pecaminosidade do homem,
que o destituiu da glória de Deus, e que somente
através do arrependimento dos seus pecados e a
fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar
a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno:Cremos no juízo
vindouro, que condenará os infiéis e terminará a
dispensação física do ser humano.
Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna
de gozo para os fiéis e na condenação
eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13;
Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos
no perdão
dos pecados, na salvação presente e perfeita,
e na eterna justificação da alma, recebida
gratutitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43;
Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.
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